4.2.06

Quem é quem?




















Quando ele jogar a bomba, espero sinceramente,
que minha pele de petróleo
encontre teu peito de urânio.

Dancemos Juntos nos porões da guerra atômica,
esperemos calmamente a queda do império,
já que a nova Roma não nos cabe
nem poderá com o manto negro do Islã,
sabe amor, não haverá Bagdá em Teerã.

Quando ele jogar a bomba, no arfã do poder incontável,
na ânsia cega de impor a falsa liberdade,
um novo mundo nascerá no nosso quintal,
e a gente rindo, vendo nascer o novo do banal.

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