30.11.05

Sambas na Mesa

Não meu troco por dinheiro
Não me entrego por inteiro
Não me empresto
, pois não presto
Que o errado é ser do certo

Não me empresto por dinheiro
Não me troco por inteiro
Não me entrego, pois não presto
Mesmo certo estou errado

Eu confesso, eu sou culpado
De fazer o bem ao mundo
Pois se surge um violado
Eu tô de graça
E chego ao fundo

Não me deixe fazer nada
Pois olha que eu tenho coragem
Já se foi a malandragem
Hoje eu sou cartas na mesa

Pois se bebo à tua beleza
Gente até sente ciúme

Não existe um samba
Sem um lá laiá laiá

26.11.05

O Samba da Saudade da Minha Terra

Hoje eu vou tomar um chopp
Hoje eu vou beber pra relembrar
Da minha cidade querida
De uma Maceió tão linda
Ai que saudade que dá
Do meu lugar...
Do meu lugar...

Hoje eu vou tomar um chopp
Hoje eu vou beber pra relembrar
Da minha cidade querida
De uma Maceió tão linda
Das ruas do Jaraguá

Do Posto 7 em Jatiúca
A minha praia de Guaxuma
Das meninas do Caçuá

Do chorinho no barzinho
Jacintinho é na sinuca
Cachorrão! Eu tô com uma!
E a cachaça é só virar

Garçom me traga uma cerveja
Dona Moça minha nega
Ensina-me a rebolar
Vamos sambar...
Vamos sambar...

Composto na última noite que estive em São Paulo, no meio deste ano.