12.4.05

O Espelho do Rei da Inocência Vendida

Entre dentro deste espelho, mostrar-lhe-ei todas as faces deste romance meramente insano. Batalhas travadas nas cruzadas de Sir Arthur, rei do ministério do intelectualismo profano. Sopraremos migalhas de adeus e até logo. Logo quando tudo começar a girar, a roda fixará o desejo da carne, profetizando o reflexo dos 7 anos do azar rasgado nos estilhaços da dor e da dúvida. E assim se aconrrentarão todos os anjos, em protesto do amor tocado na mão do nunca testado. Feliz será o quase fim, mas fim é fim e na realidade, o início das novas fases da vida, traz dor como primeira instância. Guiemos a guerra dos espíritos sórdidos, acentuaremos todo o mal com agudos e circunflexos de um jogo enxadrezado na mágia do pecado de acordes sustenidos. E na revolução dos astros, plantaremos as covas do palhaços pintados de marrom glacê. Fuja, pois nada disso é mentira... Eu sou a coroa da cara da moeda suja do dia a dia, a inocência vendida no ano a ano, as rugas do suor do sexo após a meia-noite.

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