5.4.05

O Canto da Morte

O futuro pintado em um quadro manchado de sangue
Toda segunda feira do mês

Ave deserta
Íris coberta de óleo
Carangueijos presos na gaiola
Cantam os cantos dos bípedes

O futuro pintado em um quadro manchado de sangue
Toda segunda lua do ano

Criança pequena
Sabe contar com seus dedos
Confiar em seus medos
Almas presas na carne
Cantam os cantos dos vivos
O canto da morte

6 De lírio(s):

Anonymous Anônimo ...

Encatadora...
Ainda bem que só há 4 segundas-feira a cada 30 dias.
O medo às vezes é mentiroso...
Anjo, lembre-se: "...caminho livre com sinais abertos"...
Adoro-te!

05 abril, 2005 17:15  
Blogger mabem ...

só ele...

mentirosos são os homens, por terem medo do medo q têm...

05 abril, 2005 17:52  
Anonymous Carol ...

Eita, apareceu outro anônimo! Não fui eu não viu...até pq imagino q vc deve saber quem foi. Agora eu assino!

Criança novamente em seus escritos né ;)

05 abril, 2005 18:27  
Blogger 5 ...

que papo é esse de Finizola na Radio Educativa??

05 abril, 2005 23:14  
Blogger mabem ...

sim... eu sei quem eh :)

hehehe... eh mesmo... criança mais uma vez... morte tb...

foi involuntario...
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eh... que papo eh esse de finizola na radio educativa???

05 abril, 2005 23:27  
Blogger Luíz Carlos Canário ...

chamou, eis-me aqui. e eis ainda mais: eu vejo um poeta excepcional no teu eu excepicional. redundante mas verdadeiro.
com relação ao último romance já é covardia, até assim, seca, sem melodia, esta parada me põe comovido.

07 abril, 2005 07:21  

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