15.3.05

De olho fechado

De olho bem fechado, um minuto parece até uma eternidade. Desliga a TV e se concentra em uma nova ocasião. Será que o mundo realmente existe por trás de tudo isso? Apaga as luzes e novamente força a mente procurando alguma explicação. O vento calmo silencia o turbilhão de idéias de alguns poucos segundos atrás e novamente, volta a eternidade.

A miséria que assombra o ser humano mais pseudo-cético. A força do sobre pela natureza das coisas. A mentira versus a força bruta. Eis que então depara-se com o estridente, o bizarro e único; o pensamento. Este sim, senhor de todas as verdades, esposo fiel do que outrora se chamava medo, luz, receio, paz, ventre, amor, igualdade, escuro, céu e até inferno.

Volta aos relatos mais simples. Adeus a quem é de adeus. Eleva-se a regalia. Patrão de suor esquerdo.

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