1.1.05

Pois é, vamos lá, tentar o DELEITE dos ESCRIBAS.

Enquanto a pele buscava a necrose, esparramada confortavelmente nesta cadeira que me aconchega, me guarda, me acalma, o ano se foi. Tão veloz quanto a suçuarana, enfim, findou-se. E o que mudou? Tudo. Mesmo tempo que nada, também.
As agradáveis inutilidades que fazia, agora, já não faço. Sozinho nesta poluição, de cotidiano estressante, li e vi, muitas cousas. Ahh, junto me apeguei as vírgulas, as palavras vulgares e o CHIAR na fala. E, se tem, uns quatro anos que penso CUAL área acadêmica seguir e não o fiz, como poderia faze-lo em 2004? É, não o fiz.
Insatisfeito? Sim, não, talvez. Ao menos, conheci todos os buracos de uma cidade, a qual, minha velha desconhecida. Ainda não encontrei o Q de maravilhosa, mas não desistirei, tão somente quando DESERTAR daqui, como fiz com minha amada MASSAYÓ, com os velhos pampas e ainda a cidade de todos os santos, e que só, circulei enquanto nascituro.
Ponderando, digamos, que foi um ano de vazio, de solidão. Com outra percepção, diria, de SEVERO AUTO-KNOWLEDGE ou espero que o tenha sido.
Idéias, estão nascendo ali no grande lóbulo frontal. E o futuro já chegou.


**O que mais me incomoda na solenidade e honrarias ao ano que chega, não são AS SOLENIDADES em sí. Mas chegar na segunda-feira, sabendo que o primeiro formulário (ou similar) possuinte data em branco, escreverei 2004 na FAIXA, por engano. Isso.Irrita. De verdade.

0 De lírio(s):

Postar um comentário (Comentar)

<< Início