28.4.04

Só para manter toda a farsa, jogado nas paredes do nada e do eu incosciente. Puta disfarçada de bendita, malgrada. Não vale fugir para o mesmo lado todas as vezes, não vale fazer com que eu não te reconheça toda vez que te encontro. Nossos olhares sempre se batem e eu sempre fico na dúvida se te beijo ou se chamo teu nome. Como nas vezes que nadavamos nus pelo atlântico sul, mas creio que nem se lembras mais disso ou melhor, preferes lembrar que isso não passou de um passado só meu. Isso mesmo, tudo o que vivemos durante estes 2 milhôes de anos foi só meu. Só eu viajava em nossos sonhos.

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