7.1.04

Lembranças de um nada

Sentado, ao alcance da vista, o relógio, marca 2:09am, quarta, 7, janeiro. As vias neurais em pleno funcionamento, matutam, como só elas sabem matutar. Angústia. Sobre? O futuro, pois é, aquele que nunca chega, e nunca existe, mas é uma das causas do presente. Passaram-se as festas de "fimdano", a cara continua decara. Planos? Incertos, confusos, e muitos. Problema? Organização, como recomeçar? Qual o princípio, o ovo ou a galinha? Quais os passos? Ahhhh, vou na banca de revistas procurar a cartilha, para maior desespero ela não existe, nunca existiu. Como? Cansei de férias, cansei do ócio e da inércia. Rendo-me! TicTac, 02:15am. Em certo ponto, curioso, estou, isso curioso. Sei que posso planejar, e escolher peças para o recomeço, mas o que me atrái, é a curiosidade do acaso. Isso, os fatos, não planejados, do dia-a-dia, teti-a-teti, que te encaminham a vida, ah adorável vida. Ainda, quarta, 7, janeiro. Ainda, confuso, curioso. Qual o "first-step"? Eu não sei, ninguém sabe, e nunca saberemos. Vou ao vento, aqui e ali. Agora, 02:30am, o olho cansa e o MSN apita. Bah, quem será que me incomoda uma hora dessas? Quarta, 7, janeiro.

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