27.1.04

"Ele cobrou a falta, o juíz mostrou o cartão amarelo, ele sorriu, passou a mão no cabelo, caiu e morreu"
Essa foi a frase usada pela colega de trabalho aqui do meu lado...

A outra já implementou:
"O filho do vizinho do cunhado de minha tia-avó (acho que não era isso tudo) também estava jogando bola, caiu e morreu"

E assim foram os comentários, o cara dos Camarões, o vizinho, esse outro aí, e outro que falaram que eu não lembro o caso.

Minha teoria:
Os marcianos estão montando um time intergaláctico e já começaram a convoção no Planeta Bola. (Arf, que tosco).

... e o prologamento do diálogo:
"Uma vez eu estava fazendo caminha e encontrei um senhora que disse que a filha quando foi casar o noivo morreu um dia antes do casamento, depois a mãe separou e quando casou denovo, o marido conversava com ela na calçada, caiu e morreu"

"E o cara que ia fazer o casamento em casa, convidou todo mundo e morreu dormindo, os convidados do casamento desavisados já chegaram pro velório"

Incrível o teor da conversa quando dá perto da hora do almoço...
Como diria o Nerso da Capitinga:
- Morrêu!
- Morreu de quê?
- De Vinhum Branco. Vinhum Carro na rua e quanse mata ele.
- Sim, mas o carro não pegou ele.
- Mas é que depois vinhum branco.

Tosco, lembro do Djeck bêbado a tempaços atrás...

- Morreu!
- Morreu de quê?
- De Sinozite. O Sino foi, veio caiu e zite.

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