17.12.03

A Última Poesia

Não é querendo te despertar ciúme
Mas a partir de hoje
Podes despejar teu corpo nu
Na Avenida do Sucesso
Que descansarei meu corpo cru
Em meu canto predileto

Minhas saudades
Os velhos amigos
O poucos que restaram
E me protegeram
Não jogue fora nossas alianças

Mas dos sonhos
Já podemos desisitir
Agora não derramaremos
Mais as lágrimas
Que derramávamos sem querer
Agora temos motivos
Para chorar e para viver

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